28 maio 2010

Foi hoje

que voltei a comer um Fizz limão. Nham! Só que já não custa 10$...

Maria, 6 anos.

"As minhas papilas gustativas não gostam de picante nos caracóis".

Este domingo vai ser assim:



27 maio 2010

Josué, 1 ano

Ao contrário de há um ano, já não temos de esperar por uma viagem de 3 horas para estar curtos pedaços de tempo com este sobrinho. Agora vemo-lo crescer bem perto de nós. Feliz aniversário, Josué!


26 maio 2010

Receber amigos

é coisa que gostamos de fazer. Os miúdos, então, deliram.

Mães e filhos



22 maio 2010

Joaquim, 2 anos e meio


feitos hoje. Tem precisamente a mesma idade que a Maria tem quando deixou de ser filha única. O facto de já ter duas irmãs, torna a chegada do Caleb muito mais suave. Fala pelos cotovelos, este bebé gigante. É bastante envergonhado e tem a mania de trincar a língua, com ela de fora da boca, quando se metem com ele. Faz o que quer da Marta, que lhe atura todas as brincadeiras mais violentas. Rebolam-se pelo chão, atiram-se do sofá, escondem-se atrás dos cortinados, repetem-se constantemente. Anda com a mania que é reguila e temos de andar mais em cima dele do que alguma vez foi preciso. Ainda assim, é um miúdo pacato. Vibra com palhaçadas e assusta-se facilmente ( no outro dia a Maria convenceu-o que havia um monstro no escritório e todo ele tremia só de passar). Continua um doce caracoludo.

21 maio 2010

Marta, 3 anos e meio


São os que completa hoje. Ontem, alonguei-me em ir buscá-los à Escola, enquanto a minha mãe ficava com o Caleb. Dizem-me que se nota especialmente na Marta (e Joaquim) que houve uma mudança. Que amua com facilidade e que está mais sensível.

Em casa isso não é assim tão evidente, mas esperar que a chegada de um irmão nunca mexa com os sentimentos de uma criança, é irrealista. Porque de facto, tanto muda com um bebé novo em casa que nunca mais somos a família que éramos antes.

A Marta é uma miúda muito diferente do que a Maria era nesta idade, quando nasceu o Joaquim. Gosta de ajudar e estar sempre em cima do acontecimento. Faz muitas perguntas e não pára quieta. Quer mudar fraldas, quer ajudar no banho, quer mexer nas gavetas cheias de roupas. Talvez porque a Maria com esta idade tinha tido uma irmã um ano antes, para ela não tinha efeito novidade e era tudo rotina normal.

Com a Marta, tudo é novo, uma vez que quando o Joaquim nasceu ela tinha um ano acabados de fazer. Na Escola dizem-me que sempre brincou muito com as bonecas, e que agora não faz outra coisa. É uma mãezinha em ponto pequeno, apurada ao máximo.

4



19 maio 2010

Joaquim, o novo filho do meio.

É por quem as pessoas perguntam mais. Como reage, por estes dias, o ex-benjamim da família. Até agora, não podia ser mais tranquilo. O bebé é o irmão, ele é crescido como as irmãs. Faz festas mas tem medo de pegar, o irmão agita os braços e ele fica receoso. Anda sempre de volta, quando chega da escola, quer ver tudo, mas depois vai à vida dele, com bolas e carros.




Ajudantes





Consulta com 7 dias

Nasceu com 2405g e ontem pesava cerca de 2200g. Nos primeiros dias perde-se até 10% do peso inicial e, ainda que assim não fosse, este bebé fez tudo por isso. Nasceu com a sucção quase inexistente e nada o fazia abrir a boca, muito menos mexer o maxilar. Foi uma batalha esta semana que passou, por ele dormia o dia todo, mas aos poucos apercebe-se que já não habita na minha barriga e que tem que fazer pela vida.

Creio que agora está na fase de recuperar as gramas perdidas e na próxima semana confirmamos isso. É um minúsculo laranjinha e não tem dado trabalho nenhum.

Consulta dos 6 anos

Tem 118,5cm e 22kg. Alta e elegante. No momento das vacinas dos 5/6 anos ainda tentou escapar-se porta fora, mas depois espantava-se com um "Não dói nada!".

(Quando ainda em casa lhe tentava explicar que ia à médica para ela verificar se estava saudável para poder entrar na escola dos crescidos, ela mandava-me calar com um "Xiu, xiu" de mão no peito, seguido de uma pausa e "O meu coração está a bater, está tudo bem comigo.")

MCS

A minha médica há 7 anos. O facto de ter idade para ser minha mãe, me tratar com a doçura que a idade lhe impõe, mas escutar com atenção as minhas opiniões, fez da nossa relação alguma coisa de especial. Quem a vê nos corredores, capa a esvoaçar e sem mostrar os dentes, não sabe o que pode encontrar dentro de portas.

Recordo-me de um ou outro episódio em que me mostrei mais vulnerável e ela se emocionou "Então? Somos sempre tão tranquilas!". Mostrou-se sempre preocupada neste processo, mas uma vez disse-me uma frase, a segurar-me no braço, com alguma dureza: "Temos um Deus ou não temos? Ele não dorme nem se distrai. De vez em quando finge, mas é só para ver se nós fraquejamos" e eu saí de lá de olhos no chão, a sentir-me pequenina.

Quando neste momento ela segurava no Caleb a dizer-me o quanto gostava da nossa família, toquei-lhe no braço e só me saíu um obrigada lacrimejante. Deus tem-na usado na nossa vida, estes anos são a prova disso.

17 maio 2010

Lembram-se?

De eu aqui ter escrito acerca do eventual tamanho do meu bebé? Pois tinha razão, é um pouco maior que o Nenuco e veste roupas pequeninas.


Pela terceira vez

chego ao Hospital em trabalho de parto avançado. Mais uma vez constato que, aquando do registo e internamento, para os funcionários só existem duas opções: parto normal induzido ou cesariana marcada. Como não chego à recepção como nos filmes, a respirar ofegante e a transpirar, parece óbvio que nada se passa comigo. Adiante.

Andava com dores desde sábado anterior. A minha médica tinha feito um toque, porque devido à colestase que me acompanhava, não podia passar da quarta-feira seguinte, havendo claros riscos de saúde para mim e para o Caleb. Os valores do meu fígado teimavam em subir.

Domingo as dores abrandaram, mas na segunda as contracções tornaram-se regulares. A noite de segunda para terça já foi muito intensa, mas como tinha CTG e consulta marcada para perto do meio-dia, esperei. Quando chegámos ao Hospital, confirma-se que já não saio de lá.
Já no quarto, peço um alívio para as dores, mas pelo facto de eu não querer oxitocina a correr, a médica anestesista de serviço administra-me um analgésico que não fez efeito nenhum, que eu pensava ser a epidural mas não era (segundo soube mais tarde, ela achou que ainda ia demorar até chegar à fase final, apesar de eu ter avisado que era o quarto filho). Nem 10 minutos depois, chamo a enfermeira porque as dores continuavam e só aumentavam. O Caleb estava a nascer.

No caminho para o bloco só me lembro de pensar que precisava mesmo de um alívio, mas que já não havia tempo. Lembro-me de ir o caminho todo a fazer força, porque não queria levar pontos como anteriormente. Já no bloco, foi tempo do pai entrar, eu avisar que estava novamente a fazer força, a minha médica calçar as luvas e o Caleb nascer, disparado.

Com uma mão, a médica ergue-o e diz: "Está aqui o Caleb!" e pousa-o. Um minúsculo ser arroxeado a gritar a plenos pulmões, como se quer. A partir daí, só me recordo de ficar calada e agradecer. Agradecer pelas 35 semanas que Deus nos amparou.


14 maio 2010

Esta gravidez foi tão intensa

que ainda me parece impossível que ele já esteja aqui nos nossos braços.

(1ª foto da Selma)

A vida real começou ontem.

Já estamos em casa.

Cenários previsíveis

sobre quem trata do irmão.



11 maio 2010

Eram 16h14m


quando nos chegou o Caleb.

Agradecemos a Deus porque Ele é bom, as suas misericórdias não têm fim.

10 maio 2010

Estou na fase

em que chovem sms e telefonemas. Sempre a mesma pergunta. Sempre a mesma resposta.
Quando houver novidades, chegarão. Obrigada a todos pela preocupação.

O meu marido

Também aqui.

Uma pessoa em quase pós-parto e o meu marido acha que está a ficar com barriga.






07 maio 2010

Salmos 19:12

"Ninguém compreende os seus próprios erros; perdoa-me Senhor, as faltas que eu não vejo!"

Tem sido uma questão que me povoa a mente há já algum tempo. Tudo aquilo que eu faço mas que não tenho noção que pode magoar quem está perto. A ideia de que cometemos erros que se projectam nos outros e dos quais não temos noção. Pedir a Deus que me ajude a discernir os erros que até a mim me são ocultos.

Parabéns, Paulo e Marta.

Hoje fazem anos dois amigos que me são especialmente queridos, pelo seu cuidado constante e presença na vida da nossa família. Eu tenho amigos e dos bons, podem crer.

06 maio 2010

Do aniversário na Escolinha


As lembranças que preparámos para os colegas da sala da Maria foram um sucesso. Para os rapazes, uma folha com tatuagens temporárias que saem com água e para as meninas um colar comprido (vantagens das promoções que a Claire's tem andado a fazer).

Os envelopes, preparou-os a Maria.


Foi


numa escrivaninha (carteira) destas que passei os 4 anos da Escola Primária. Em Setembro, entra a Maria. Na Escola que vai frequentar não há destes modelos, mas estou apaixonada por este, que dá para ela e para a Marta. No novo quarto das meninas, quem sabe?


05 maio 2010

Hoje, à saída da Escola


quando faço pisca para a esquerda e me encaminho nessa direcção, o Joaquim começa a acenar e a queixar-se: "Para ali, mamã, para o mar", que era precisamente para a direita. Como o dia não estava especialmente quente e o pai já estava em casa, fomos buscá-lo e molhar os pés.

É assim que gosto da praia: amena, sem vento e sem confusão.
Ao final da tarde, de preferência.


(A foto foi tirada com o telemóvel)


Viva a Carolina.

Nasceu hoje, a última bebé que se estimava que chegasse antes do Caleb, no dia das 40 semanas, e com ordem de despejo pela médica. Parabéns, Sónia e restante família!

04 maio 2010

Última ecografia do Caleb

assim esperamos. Com 35 semanas, estima-se que tem 2320g e que está óptimo, do que é possível visualizar. Comentava com o médico o peso mini deste meu filho e ele relembrava-me que há bebés de termo, de mães saudáveis, a nascer com pouco mais que isso. Pois, pensei, mais 5 semanas de uma gravidez normal e onde iríamos parar?
Sexta-feira é novamente dia de exames. A ver se chegamos a meio do mês. Estou muito cansada, mas quem aguentou até aqui, aguenta mais um bocado.

O dia de anos da Maria

foi simples e diferente. Porque as mães eram convidadas a passar a manhã na escola, lá me dividi entre as salas das crianças e estive com eles. Foi giro. À tarde, fomos cedo, assistimos a uma comemoração tripla de aniversário (dois colegas da Maria tinham feito anos na véspera) e cantámos os parabéns.




À noite, estreámos a prenda que lhe queriamos oferecer há já algum tempo: o jogo Mauzão. Diversão garantida aos serões.




Melhor que fazer 6 anos

é ter irmãos a festejar connosco.


Parabéns, Rúben!


Fui tia pela primeira vez precisamente 1 ano e 1 dia depois de me ter estreado como mãe. Que semana intensa, essa, a de Maio de 2005.

03 maio 2010

Há 6 anos

eu não fazia a mínima ideia do que ainda estava para vir. Só sabia que o bebé mais lindo que eu alguma vez tinha visto, tinha crescido na minha barriga.



02 maio 2010