31 dezembro 2011

30 dezembro 2011

Nham.



29 dezembro 2011

Hábitos que nunca se perdem.

Escrever em cadernos.





Férias de Natal.

A voltinha no Comboio de Natal aqui do CC Palmeiras, é o roteiro diário de Dezembro, por aqui.



Regresso ao passado.

O filme de ontem foi visto no Centro Comercial da minha infância. Onde vi pela primeira vez filmes sozinha com colegas de escola, onde ia nos furos e intervalos.

"Bueda fixe, este cinema que não tem 3D." - Maria Cavaco, do alto da sua sabedoria aos 7 anos e meio.



Gato das botas

Fomos ver e gostámos. Creio que quem tem gatos e aprecia os felinos, gostará ainda mais.

Aqui em casa, os miúdos memorizaram logo uma das frases do início do filme, em danças de gatos:

"Como te atreves a fazer o passo caixa de areia para mim?"

Hihi.



Sempre que mostro aos miúdos as vozes reais de quem faz as personagens, eles deliram:



28 dezembro 2011

Pancas

Não adianta enganá-lo. Seja de que forma lhe dermos uma bolacha rectangular, ele terá sempre de virá-la de modo a comê-la na horizontal.

(Favor ignorar nariz ranhoso, que isto por aqui tem estado mau.)

1,2,3,4.






27 dezembro 2011

O primo mais novo da família

chegou no dia 23, chama-se Gil e é gordinho.




26 dezembro 2011

26 de Dezembro

Fazia anos no dia a seguir ao Natal, a avó que me deu colo até aos 8 anos.
Guardo tantas recordações dela.



O Pai Natal foi distribuir prendas a outra freguesia.

Maria, em conversa com os irmãos: "Meninos, este ano não há Pai Natal, o tio Tiago está em Viseu."

Sou cristã



Foi Natal




e ter sido a um domingo, acentuou a comemoração.




24 dezembro 2011

Ver filmes até cair para o lado.

A ideia já tinha 3 anos e meio (ver aqui) e foi ontem concretizada por todos, menos pelo Caleb, que dormiu na cama dele. Vimos um filme, e nenhum dos miúdos adormeceu durante a exibição, mesmo tendo as luzes todas apagadas (o pai achava que a nossa sala tinha de parecer um cinema). Adormecemos depois, os miúdos muito excitados com o plano. Eu e as meninas dormimos no sofá, e os rapazes nos colchões no chão.

Resta-me dizer que admiro imenso (ou não) a loucura de quem faz co-sleeping regularmente, com os filhos. Fui pontapeada mais do que uma vez, levei uma cabeçada, e acordei com uma cabeça em cima da minha barriga. Pelo meio, o Caleb continuou com a febre que tinha desde quarta-feira, o que acabou por nos levar ao Hospital pela manhã, deixando-nos mais descansados que é continuar o tratamento que já estávamos a fazer, e esperar que passe a gripe.

Por aqui, não nos podemos queixar de monotonia. Mais logo à noite, recordaremos o nascimento de Jesus e trocaremos as prendas com a nossa família.

Bom Natal a todos!

23 dezembro 2011

Celebrar o Natal.

"Eu compreendo aqueles que querem ser rigorosamente e distintamente Cristãos, que querem libertar-se do mundo e de qualquer raiz pagã que possa estar por trás da nossa celebração do Natal, mas não vou por esse caminho nesta questão, porque penso que a certa altura as raízes já estão de tal forma distantes que o significado presente não acarreta mais nenhuma conotação pagã. Fico mais preocupado com um novo paganismo que se sobreponha a feriados cristãos.

Eis um exemplo que eu uso: todos os idiomas têm raízes em algum lugar. A maioria dos nossos dias da semana [em inglês] —se não todos— também têm origem em nomes pagãos. Deveríamos então deixar de usar a palavra “Sunday” (domingo) por ela poder ter estado relacionada com a adoração ao Sol num tempo distante? No inglês moderno, “Sunday” (domingo) já não tem aquela conotação, e é essa a própria natureza da linguagem. De certa forma, os feriados são como uma linguagem cronológica.

O Natal significa agora que marcamos, de uma forma cristã, o nascimento de Jesus Cristo. Penso que o nascimento, a morte e a ressurreição de Cristo são os eventos mais importantes na história humana. Não os marcar de alguma forma, através de uma celebração especial, parece-me que seria insensatez.

Lembro-me de, nos tempos de seminário, ter tido um vizinho que não comemorava os aniversários do filho. A ideia era, em parte, que todos os dias eram especiais para a criança. Mas se todos os dias são especiais, então provavelmente significa que não há dias especiais. Contudo, há coisas tão boas e preciosas — como aniversários e até mesmo mortes — que são dignas de serem marcadas. Quanto mais marcantes não são o nascimento e a morte de Jesus Cristo!

Na realidade, vale a pena o risco, mesmo que a data de 25 de Dezembro tenha sido escolhida por causa da sua proximidade com algum tipo de festival pagão. Vamos apenas tomá-la, santificá-la e aproveitá-la da melhor forma, porque Cristo é digno de ser celebrado no seu nascimento.

Não faz sentido escolher outra data. Não vai funcionar."

Original aqui.

Usa, usa!

Reacção do meu pai, ao saber que enviei votos de boas festas por correio:

"Isso já não se usa!"

Há Consoadas

e Consoadas.



22 dezembro 2011

Há as amigas

e depois, há as cromas. A minha vida, especialmente desde que estou em casa, não seria a mesma coisa sem elas.




Deus menino

Jesus bebé faz-me recuar para os meus recém-nascidos. A ideia de Deus encarnado num pequenino ser, e o encanto de Maria ao participar nesse milagre. Emocionante, só de imaginar.

21 dezembro 2011

Ontem já foi Natal aqui em casa.

As minhas "filhas" Rita e Nice sabem bem do que eu gosto.





Presépio de papel

Pintado pela Marta e por mim, enquanto a Maria tinha missões mais importantes a cumprir (dar aulas aos alunos imaginários) e o Joaquim via o Phineas e o Ferb.

20 dezembro 2011

Quase.



Louros

A gata da minha sogra e o neto da minha sogra.

É.

"Há coisas más que acontecem e passam, saram, a gente nunca mais se lembra delas, fica a memória da dor e pouco mais.
Há outras que perduram. E, quando estamos distraídos, batemos com a dor num canto qualquer e é como se estivesse tudo a acontecer outra vez. Repetidamente.
Como se todas as arestas mal limadas da vida fossem bater ali mesmo, onde dói, onde ainda não sarou. A lembrar-nos."

19 dezembro 2011

Num berço de palhas



Coisas simples, com amigos.



4º domingo do Advento


Ah! Um anjo proclamou o primeiro Natal
A uns pobres pastores ao pé de Belém
Lá nos campos a guardar os rebanhos do mal
Numa noite tão fria e escura também.

Natal, Natal, Natal, Natal!
É-nos nascido o Rei Divinal!

Tendo visto a clara luz dessa estrela sem par
Do Oriente alguns magos a foram seguir
À procura de um Rei que devia chegar
Aos judeus e as antigas promessas cumprir.

E com eles vamos nós com sincero fervor
Dar louvores ao Nosso sublime Senhor
Que deixando os altos céus a este mundo baixou
E morrendo na cruz nossas almas salvou.

16 dezembro 2011

Aqui

tudo se faz a pé.









O Spongebob é que sabe.



Fruto-dependente

Ora aí está uma árvore de Natal à minha medida!



15 dezembro 2011

Cá em casa:

Autocolantes feitos por mim.

14 dezembro 2011

"Desconhecidos, sendo bem conhecidos. Castigados, mas não mortos. Entristecidos, mas sempre alegres. Pobres, mas enriquecendo outros. Nada tendo, mas possuindo tudo."

II Coríntios 6:10


A pedido de várias famílias, perdão, amigas!

Coisas minhas, a copiar à vontadinha:

Aqui.

Calendário do Advento

Todos os dias abrimos uma janelinha e sabemos mais um pormenor acerca do nascimento de Jesus.










19 meses

completados no domingo. Tem cara de anjinho, mas anda sempre a inventar aqui por casa. Trabalhar ao computador com ele por perto é uma espécie de... aventura? Utopia? Ousadia? Vale que ele dorme ainda ao fim da manhã e a sesta, e essas horas são aproveitadas muito bem.

De resto, está sempre desejoso de sair de casa e passear. Guincha por duas razões: por tudo e por nada. Alegria e descontentamento são expressos assim. Tem um acessório sempre com ele: uma das mãos ocupada com um carro. E tem que ter aspecto de carro a sério, não venham cá com carrinhos com cores coloridas. Tirar-lhe o carro da mão, só para dormir. Delira com música e luzes.

Dorme e come bem, mas isso é tradição de família!



13 dezembro 2011

Folhado de salsicha

É um gosto antigo, e satisfaço-o uma ou duas vezes por ano. Em miúda, se me dessem a escolher algo na montra de uma pastelaria, eu escolhia sempre isto. Sou mais de salgados que doces, e um bom folhado de salsicha sabe bem, e engana a fome.